22 jun 2008

Satélite japonês monitoriza floresta amazônica

Publicado por Admin em Geral

Brasília - O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) usa desde o dia 2 imagens de um satélite de observação avançada japonês para identificar áreas desmatadas na floresta amazônica. A tecnologia difere dos sistemas nacionais por ser capaz de captar fotos de regiões degradadas mesmo quando há nuvens no céu. O acordo foi firmado em abril do ano passado com a Agência de Exploração Aeroespacial Japonesa (Jaxa) e as primeiras imagens chegaram este mês ao Brasil. O equipamento fornece informações para a Operação Roncador, que acontece em 13 municípios do sudeste do Pará e nordeste do Mato Grosso. Os dados são processados pelo Centro de Sensoriamento Remoto (CSR) do Ibama e usados em campo pelos técnicos do Instituto.

Uma equipe de 36 funcionários do órgão e policiais mato-grossenses já começou a fazer ações de fiscalização na região com base nas informações. Desde o início do mês, foram apreendidos três tratores, uma motosserra e aplicadas multas no valor total de R$ 31,5 mil. A operação se estenderá por tempo indeterminado.

O Ibama usa ainda dados sobre desmatamento do Sistema de Detecção em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), e do Projeto de Monitoramento da Floresta Amazônica por Satélite (Prodes). O Deter mostrou que em abril foram derrubados 1.123 km2 de floresta.

A operação faz parte do Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal, do Governo Federal, e da campanha Guardiões da Amazônia, do Ibama. O nome da ação faz referência à Serra do Roncador, que vai de Barra do Garças, no MT, até a Serra do Cachimbo, no PA. Próximos ao Roncador estão o Parque Nacional do Xingu e as Terras Indígenas Urubu Branco e Enawenw-nawe.

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    04 jun 2008

    Entenda o que é o “efeito estufa” e como ele provoca o aquecimento global

    Publicado por Admin em Geral

    Ao chegar à Terra, parte da energia do sol é aprisionada na atmosfera e isso a mantém “quentinha”, a uma temperatura média de 30 graus. É esse efeito benéfico que os cientistas chamam de Efeito Estufa, expressão que tem um sentido mais claro no original em inglês greenhouse effect (Efeito de Estufa de Plantas). As explicações estão na página www.unfccc.org.

    Sem o efeito estufa, não haveria vida na terra e nos oceanos, pelo menos com a riqueza, a diversidade e complexidade que conhecemos hoje. O problema é que, nas últimas décadas, os climatologistas perceberam que a temperatura média do planeta estava aumentando, ou seja, está acontecendo uma intensificação do efeito estufa.

    Popularmente, portanto, se fala nos efeitos perniciosos do efeito estufa quando na verdade se está fazendo referência aos problemas trazidos pela intensificação desse efeito, não por ele em sim, que existe há milhões de anos e é fundamental para a existência de vida no planeta.

    Nas últimas décadas, os cientistas passaram a estudar as causas desse sobreaquecimento, alertando a comunidade internacional. Esse movimento deu origem à Convenção das Nações Unidas Sobre as Mudanças Climáticas, aprovada e iniciada na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, no Rio de Janeiro, em 1992, a Eco-92, ou Rio-92.

    A temperatura média do planeta já subiu 6 graus no século 20 e as projeções indicam que subirá entre 1,4 grau e 5,8 graus até o ano 2100, se nada for feito para deter o processo, segundo informe oficial do portal de internet da Convenção. “Mesmo uma pequena elevação da temperatura faz-se acompanhar por mudanças climáticas nas camadas de nuvens, nas chuvas, padrões dos ventos e duração das estações do ano”, destaca a Convenção no portal da internet.

    Os gases do efeito estufa formam como que uma “redoma de vidro” sobre o planeta, deixando entrar a luz e aprisionando o calor. Originalmente, esses gases somavam apenas 1% do total da atmosfera. O principal deles é o dióxido de carbono (CO²), que tinha participação de 60% nessa soma. Ocorre que os principais energéticos utilizados pelo homem nos últimos séculos – madeira, carvão, petróleo e gás natural – liberam carbono (C) na atmosfera e contribuem para formar mais dióxido de carbono (também conhecido como gás carbônico ou CO²), que intensifica o efeito estufa.

    O ciclo de absorção e liberação de carbono é um dos mais amplos e importantes do meio ambiente e envolve ar, terra e seres vivos, águas doces e oceanos. As plantas, por exemplo, absorvem carbono e o armazenam. Mas a liberação de carbono no ambiente, pelo homem, acontece numa velocidade maior do que a capacidade de absorção do ambiente. Segundo dados da Convenção das Nações Unidas sobre o assunto, os níveis de CO² na atmosfera estão crescendo 10% a cada 20 anos.

    O Tratado de Quioto pretende reduzir as emissões de carbono, particularmente as geradas por atividades industriais e veículos de transporte. Objetiva também estimular todos os tipos de projetos que preservem ou ampliem a capacidade do ambiente de absorver o CO² ou outros gases causadores da intensificação do efeito estufa (ozônio – O³ – ou metano, CH4, por exemplo), por meio do mercado de créditos de carbono.

    Paulo Montoia
    Repórter da Agência Brasil

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    30 mai 2008

    ONU dá novos passos para proteger a biodiversidade, mas ONGs não aprovam

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    BONN, Alemanha (AFP) — A conferência da ONU sobre biodiversidade encerrada nesta sexta-feira, em Bonn, foi um êxito, segundo o ministro do Meio Ambiente, pois permitiu avançar na questão dos recursos genéticos e uso de biocombustíveis, o que não vai de encontro com a opinião das ONGs presentes ao encontro.

    “Há algumas questões que ainda devem ser abordadas. Mas sou otimista e acho que poderemos resolvê-las”, declarou Sigmar Gabriel.

    Entre os êxitos mencionados, Gabriel destacou a decisão de estabelecer um ‘mapa do caminho’ para o acesso a recursos energéticos e divisão dos benefícios resultantes de seu uso.

    Trata-se do primeiro progresso neste sentido desde a adoção do Convênio sobre a Biodiversidade Biológica (CDB) na cúpula da Terra na Rio-92.

    O chefe do Programa da ONU para o Meio Ambiente, Achim Steiner, também parabenizou os progressos obtidos em Bonn, mas as ONGs ecológicas saíram da reunião com uma visão totalmente diferente.

    “Esta conferência avança como um caracol, enquanto animais e plantas desaparecem em grande velocidade”, lamentou Martin Kaiser, do Greenpeace Internacional.

    Segundo ele, este encontro de 12 dias só “confirmou a indiferença da comunidade internacional quando se trata de proteger as florestas, o clima e a biodiversiade”

    Juan Carlo Jintieach, porta-voz da ONG brasileira Aliança Amazônica, também expressou sua decepção ao criticar que é preciso deixar “a retórica de lado e passar logo para a ação”.

    Segundo os organizadores do encontro, mm passo à frente decisivo rumo à criação de desse que seria um ‘IPCC da biodiversidade’, uma referência ao Painel Intergovernamental para Mudanças Climática, vencedor do Prêmio Nobel da Paz 2007.

    “Decidiu-se convocar uma reunião intergovernamental para novembro com o objetivo de concluir e lançar esse mecanismo”, informou à AFP Didier Babin, que dirige o projeto há três anos.

    Essa decisão, que foi adotada em grupo de trabalho, foi retificada nesta sexta-feira em sessão plenária pela conferência.

    A idéia é instaurar uma rede de especialistas que possa desempenhar pela biodiversidade o mesmo papel de interação entre os cientistas e políticos que os especialistas do IPCC para o aquecimento global.

    A biodiversidade é um desafio maior, tanto para a redução da pobreza, para o aprovisionamento de água potável, para o fim dos conflitos ligados à utilização e à apropriação de recursos renováveis, quanto para a saúde.

    Mas devido à complexidade dessas questões, a comunidade científica que estuda esse tema está muito fragmentada, e suas idéias não chegam aos ouvidos dos líderes políticos.

    “A informação científica sobre a biodiversidade está muito dispersa. É preciso estabelecer relatórios que tenham impacto”, considerou Didier Babin.

    Para Abdul Zakri, que co-presidiu a Avaliação do Milênio dos Ecossistemas do Planeta de 20O1 a 2005, “o IPCC é verdadeiramente um modelo muito forte no qual é preciso se inspirar para realizar avaliações sobre a biodiversidade”.

    Os três pontos fortes do grupo de especialistas sobre o clima devem ser a “credibilidade científica”, a “pertinência” e a “legitimidade política”.

    A erosão da biodiversidade é tão grave quanto as mudanças climáticas, mas a problemática suscitada carece de visibilidade.

    “Não é um proceso claro como o do aquecimento global, com o derretimento das geleiras do Árctico e da neve do Kilimanjaro”, explicou à AFP Abdul Zakri, hoje diretor do Instituto para os Estudos Avançados das Nações Unidas no Japão.

    Se o clima representa um desafio mundial, comum ao conjunto da humanidade, a biodiversidade também abrange os desafios nacionais de maneira mais direta, como a proteção dos mangues, a pesca predatória, o desmatamento.

    “Com isso, alguns países tendem a proteger de maneria egoísta sua soberania”, ressaltou Abdul Zakri.

    Portanto, “temos muito a aprender sobre o planeta”, acrescentou.

    Um IPCC da biodiversidade permitiria “organizar melhor as informações básicas e fazer alguns temas emergirem”, considerou Didier Babin.

    Por exemplo, “se pudéssemos dispor de um relatório completo sobre o impacto dos biocombustíveis sobre a biodiversidade há um ano, conseguiríamos avançar muito mais rápido nessa questão em Bonn”, afirmou Babin.

    A idéia da criação de um IPCC da biodiversidade foi mencionada em janeiro 2005 em Paris, durante uma confêrencia internacional, por iniciativa do presidente Jacques Chirac.

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    30 mai 2008

    Semana do Meio Ambiente de São Sebastião começa nesta sexta-feira

    Publicado por Admin em Geral

    A Prefeitura de São Sebastião, por meio das Secretarias do Meio Ambiente (Semam) e Educação (Seduc), inicia nesta sexta-feira (30/5) a Semana do Meio Ambiente. Até 13 de junho serão realizados ciclos de palestras, exposições, jogos, brincadeiras, peças teatrais e oficinas. O tema trabalhado este ano será “Por um Planeta Sustentável”, por 2008 ser o Ano Internacional do Planeta Terra. A expectativa é atender cerca de dois mil estudantes das redes municipal, estadual e particular de ensino.

    O evento faz parte das comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado em 5 de junho. Nesta data haverá uma solenidade comemorativa com a entrega de certificado aos participantes do Programa de Coleta Seletiva em Condomínios. O evento será às 17h, no Teatro Municipal, e contará com a presença do prefeito Dr. Juan Garcia, secretários municipais e alunos do EJA (Educação para Jovens e Adultos). Na ocasião, o secretário do Meio Ambiente, Teo Balieiro, fará uma palestra para os presentes.

    Ainda durante a Semana do Meio Ambiente serão desenvolvidos Mutirões da Cidadania nos bairros Canto do Mar (Costa Norte), Maresias (Costa Sul) e Centro Histórico com o objetivo de conscientizar os moradores.

    Confira abaixo a programação da Semana:

    30/5 – Sexta-feira
    9 às 12h – Mutirão da Cidadania, com conscientização, orientação, limpeza do bairro e plantio de mudas
    Local: Canto do Mar

    2/6 – Segunda-feira
    9 às 17h – Exposição “Planeta Sustentável”
    9 às 9h30 – Palestra com Instituto Terra e Mar
    9h30 às 10h– Palestra com Ibama
    10 às 10h30– Palestra com Divisão de Pesca da Secretaria do Meio Ambiente
    10h30 às 11h – Palestra com Divisão de Educação Ambiental, da Secretaria do Meio Ambiente
    14 às 14h30 – Palestra com Polícia Ambiental
    14h30 às 15h - Palestra com Sabesp
    15 às 15h30 – Palestra com Equipe Dengue da Secretaria da Saúde
    15h30 às 16h - Palestra com Divisão de Educação Ambiental, da Secretaria do Meio Ambiente
    Local: Antigo Fórum

    3/6 – Terça-feira
    9 às 17h – Exposição “Planeta Sustentável”
    9h às 9h30 – Palestra com Fundespa
    9h30 às 10h – Palestra com Fundação Florestal
    10 às 10h30 – Palestra com Divisão de Recursos Hídricos, da Secretaria do Meio Ambiente
    10h30 às 11h – Palestra com Divisão de Educação Ambiental, da Secretaria do Meio Ambiente
    14 às 14h30 – Palestra com Divisão de Agricultura da Secretaria do Meio Ambiente.
    14h30 às 15h – Palestra com Fundação Animália.
    15 às 15h30 – Palestra com Equipe Dengue da Secretaria da Saúde.
    15h30 às 16h - Palestra com Divisão de Educação Ambiental, da Secretaria do Meio Ambiente
    Local: Antigo Fórum

    4/6 – Quarta-feira
    9 às 17h – Exposição “Planeta Sustentável”
    9 às 17h – Atendimento de Órgãos Ambientais e exposição de fotos do CBH-LN
    19 às 19h45 – Palestra: “Como prevenir a Dengue”, com Equipe Dengue da Secretaria da Saúde
    19h45 às 20h30 – Palestra “oleta Seletiva de Lixo, como posso ajudar”, com Divisão de Educação Ambiental, da Secretaria do Meio Ambiente.
    Local: Antigo Fórum

    5/6 – Quinta-feira
    DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE 9 às 17h – Exposição “Planeta Sustentável”
    9 às 9h30 – Palestra com Cemin, da Secretaria da Saúde
    9h30 às 10h– Palestra com Equipe Dengue da Secretaria da Saúde
    10 às 10h30– Palestra com Divisão de Educação Ambiental, da Secretaria do Meio Ambiente
    10h30 às 11h – Palestra: “Agenda 21”
    14 às 14h30 - Palestra: “Agenda 21”
    14h30 às 15h - Palestra com a empresa Ecobus
    15 às 15h30 – Palestra com Divisão de Pesca, da Secretaria do Meio Ambiente.
    10h30 – Palestra com Divisão de Recursos Hídricos, da Secretaria do Meio Ambiente
    Local: Antigo Fórum

    17h – Solenidade de comemoração do Dia Mundial do Meio Ambiente, com entrega de certificados aos participantes do Programa de Coleta Seletiva em Condomínios no Teatro Municipal, com a presença do Prefeito, Secretários e participação de estudantes do EJA.
    Palestra com o secretário do Meio Ambiente, Teo Balieiro.
    Local: Teatro Municipal

    6/6 – Sexta-feira
    8h30 - Apresentação da Peça Teatral “Páginas e Aventura”
    10h30 - Apresentação da Peça Teatral “Páginas e Aventura”
    14h - Apresentação da Peça Teatral “Páginas e Aventura”
    16h- Apresentação da Peça Teatral “Páginas e Aventura”
    Local: Teatro Municipal

    7/6 – Sábado
    16h- Apresentação da Peça Teatral “Páginas e Aventura”.
    Local: Teatro Municipal

    9/6 – Segunda-feira
    17h – Palestra “Água” para professores em HTPC, da EMEI Mundo Encantado/Creche Diva Bernardino, no Canto do Mar

    10/6 – Terça-feira
    9h – Mutirão da Cidadania, com conscientização, orientação e limpeza do bairro
    Local: Centro Histórico

    11/6 – Quarta-feira
    8 e 14h – Palestra para pais de alunos da EMEI Reino da Alegria sobre o Programa de Coleta de Óleo de Cozinha Usado

    13/6 – Sexta-feira
    9 às 12h – Mutirão da Cidadania, com conscientização, orientação, limpeza do bairro e plantio de mudas
    Local: Maresias

    Fonte = Depto. Imprensa - Prefeitura Municipal de São Sebastião

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    29 mai 2008

    Mais de 2 mil árvores são plantadas em São Sebastião

    Publicado por Admin em Geral

    Balanço divulgado pela Prefeitura de São Sebastião, por meio da Secretaria de Meio Ambiente (Semam), mostra que o município teve entre 2005 e o início de 2008 mais de 2 mil mudas de árvores plantadas. A arborização de vias públicas e a realização de projetos de reflorestamento foi um dos destaques com cerca de 1.300 plantas.

    Durante o período também foram plantados 150 coqueiros no bairro de Barra do Una, na Costa Sul, em parceria com o Iate Clube do bairro; 120 mudas nas margens do Rio Perequê-Mirim, no bairro São Francisco, plantadas por alunos da EE Profª Nair Ferreira Neves, 40 pelos estudantes da EM Profº Walfrido Maciel Monteiro e 20 por crianças da Emei Chapeuzinho Vermelho, Pingo de Gente e Dona Laurinda; 178 espécies plantadas em praças e áreas verdes, através do Mutirão da Cidadania, além de mais de 160 mudas colocadas na Rua da Praia, Centro e Enseada, na Costa Norte.

    Segundo a engenheira ambiental e chefe da divisão de agricultura e abastecimento da Semam, Joyce Michelucci, o plantio é realizado de acordo com as características ambientais da cidade. “Todas as espécies plantadas durante esses anos foram escolhidas de acordo com as características da cidade. Em regiões em que o solo é pobre, por exemplo, foram selecionadas mudas de plantas mais rústicas e resistentes”, explica.

    Joyce ainda ressalta que o bom trabalho de arborização no município se deve aos projetos realizados em parcerias com as escolas, pois mais de 600 alunos estiveram envolvidos. “Trabalhar com a criança é fundamental, pois conseguimos auxiliar na formação da consciência ambiental de cada uma. Nas escolas, a iniciativa de plantio faz com que a manutenção do meio ambiente fosse muito mais eficaz”, afirma.

    O índice alcançado também está relacionado a conclusão das recuperações do Morro do Centro de Convenções da Praia Grande e o enriquecimento florestal nas matas ciliares de Boiçucanga e Juquehy.

    - Hortas comunitárias:

    Outra ação da Semam durante 2005 e 2008 são as atividades de implantação de hortas comunitárias, realizadas em parceria com escolas municipais e estaduais e sociedades de amigos de bairros. O objetivo é produzir alimentos orgânicos para o estímulo de uma alimentação saudável e aplicação dos princípios de sustentabilidade.

    Os locais em que foram trabalhadas as hortas são: as EMs Henrique Botelho, Josefa de Santana Neves, Enseada e Dulce César Tavares, feitas por cerca de 120 alunos, além do Centro Comunitário do Jaraguá, através dos participantes do projeto Valorizando a pessoa idosa, da Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Humano (Setradh) e Centro Comunitário da Topolândia, por funcionários públicos municipais.

    - Reflorestamentos licenciados:

    Nos próximos meses, o município contará com projetos de reflorestamento licenciados por órgãos como Ibama para execução de obras de novos empreendimentos e regularizações de áreas de interesse social, como a recuperação do Morrote do Parque de Valorização de Resíduos Urbanos; reflorestamento e enriquecimento da Vila Tropicanga; enriquecimento da Área de Preservação Permanente (APP) do Rio Cambury e projetos de reflorestamentos na orla da barra do rio Boiçucanga e Vila Queiroz Galvão.

    Fonte = Depto. Imprensa - Prefeitura Municipal de São Sebastião

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