08 dez 2010

Ibama doa 60 toneladas de peixes a instituições beneficentes no Pará

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Belém (08/12/2010) – O Ibama encerrou, nesta terça-feira (07), a doação de cerca de 60 toneladas de peixes a instituições beneficentes da região metropolitana de Belém, no Pará. O pescado foi apreendido no início de dezembro, quando era transportado irregularmente em três caminhões-frigoríficos que vinham de barca de Santarém, no oeste do estado, até um [...]

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    07 dez 2010

    Operação Gurupi flagra 14 madeireiras “fantasmas” e de fachada no Pará

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    Belém (07/12/2010) – O Ibama identificou mais dez madeireiras envolvidas em fraudes na comercialização de madeira da floresta amazônica em Ulianópolis e Dom Eliseu, no nordeste do Pará. Agora, já são 14 empresas flagradas nesta situação pela operação Gurupi, que percorre a região desde o início de novembro (10/11).
    Destas, nove eram fantasmas – não existiam [...]

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    27 dez 2009

    Fiscais flagram desmatamento na primeira reserva biológica municipal do estado do Rio

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    Rio de Janeiro – Uma equipe de fiscais da Guarda Florestal de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense e técnicos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente flagraram hoje (26) um grupo desmatando uma área da Reserva Biológica Municipal Equitativa. A ação, desencadeada após denúncias de moradores, faz parte da Operação Caxias Mais Verde, que começou quinta-feira (24) e vai até o início de janeiro.

    Segundo o secretário municipal de Meio Ambiente, Samuel Maia, três homens foram autuados e levados para a delegacia da região para prestar esclarecimentos. Ele disse que os responsáveis pelo desmatamento apresentaram um documento de propriedade dos lotes sem valor legal, já que se trata de uma área pública.

    Havia grilagem de terra ali, por isso, eles estavam derrubando as árvores. Verificamos que foram comprados lotes de 600 metros quadrados com base em um documento de propriedade sem validade. Aquela é uma região com fauna bem rica, além de dezenas de nascentes, que atendem à população do entorno”, explicou.

    De acordo com o secretário, essa prática também pode estar ocorrendo em outros locais de proteção ambiental, como na Reserva Biológica do Tinguá, que passa pelo município de Duque de Caxias. Maia garantiu que os fiscais da prefeitura vão intensificar as ações para evitar o desmatamento na região.

    Criada no início deste mês, a Reserva Biológica Equitativa de Caxias é a primeira reserva municipal do estado do Rio de Janeiro. No local, que se estende por 1,5 milhão de metros quadrados de Mata Atlântica, é possível encontrar diversos animais silvestres, como paca, tatu, bicho-preguiça e jaguatirica, além de aves, como tucanos e trinca-ferros.

    Thaís Leitão
    Repórter da Agência Brasil

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    23 out 2009

    Eletronuclear simula acidente radioativo das usinas de Angra para testar plano de emergência

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    Rio de Janeiro – Os moradores próximos da Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto, onde estão instaladas as usinas nucleares Angra 1 e Angra 2, no município de Angra dos Reis (RJ), tiveram hoje (22) um dia de grande movimentação com o exercício simulado de evacuação em caso de acidente nuclear. Cerca de mil pessoas participaram da simulação, entre elas a população voluntária, os militares de várias corporações e as equipes da Defesa Civil e da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen) .

    De acordo com a Eletronuclear, a simulação “incluiu o risco de liberação de radiação para o meio ambiente, a contaminação de um funcionário da usina e a decretação de situação de emergência. Parte dos moradores em um raio de 5 quilômetros em torno das usinas, incluindo os habitantes das ilhas, foi removida e abrigada em escolas estaduais, municipais e no Colégio Naval de Angra dos Reis”.

    Ao mesmo tempo, os homens das polícias Militar e Rodoviária organizavam o trânsito de carros e pessoas pelas rodovias da região, enquanto o Corpo de Bombeiros, a Defesa Civil e as unidades hospitalares auxiliavam no atendimento à população. Também os técnicos da Cnen ficavam de prontidão para simular a medição da radioatividade na área e o monitoramento de pessoas atingidas pela radiação.

    Pela primeira vez, o exercício foi coordenado pelo Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, órgão central do Sistema de Proteção ao Programa Nuclear Brasileiro (Sipron). Segundo a Eletronuclear, “o exercício permitiu avaliar a eficácia do plano de emergência, identificar os possíveis pontos vulneráveis e aperfeiçoá-los”.

    Nielmar de Oliveira
    Repórter da Agência Brasil

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    21 out 2009

    Ibama não pode ser “cartório de licenças”, diz presidente do instituto sobre críticas do Dnit

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    Brasília – O presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Roberto Messias, respondeu hoje (21) às críticas do diretor do Departamento Nacional do Departamento de Infraestrutura (Dnit), Luiz Antonio Pagot, e afirmou que não pode apressar o licenciamento ambiental e transformar o Ibama em um “cartório” carimbador de licenças.

    Em evento com parlamentares na manhã de hoje, Pagot culpou a área ambiental pela demora na construção de rodovias no país.

    “Compreendo a aflição do Dnit, a necessidade que o Brasil tem de ter ferrovias e rodovias implantadas, mas o Ibama tem que ser exigente, temos uma responsabilidade com o país. Não podemos ser simplesmente um cartório de onde saiam licenças”, afirmou Messias, em entrevista à Agência Brasil.

    Messias afirmou que o trabalho de análise para concessão de licenças tem sido extenso, por conta da quantidade de grandes obras de infraestrutura em andamento e da má qualidade dos estudos de impacto ambiental que chegam ao Ibama. Segundo ele, a orientação do governo é que os licenciamentos sejam ágeis, mas sem colocar em risco a preservação da natureza e das populações tradicionais.

    “O Brasil está criando mais estradas, ferrovias, hidrelétricas, tudo ao mesmo tempo. Quando os processos passam pelo Ibama, temos que ser rápidos, mas temos que ser responsáveis. Esse é um dilema enfrentado diariamente”, apontou.

    Na avaliação do presidente do Ibama, não é possível comparar os prazos para construção de uma rodovia há 50 anos com os procedimentos atuais, uma vez que não havia legislação ambiental na época. “Qualquer uma ia rasgando nascentes, cortando cidades ao meio, arrebentando a vegetação, sem nenhum cuidado ambiental. Agora temos que ter correção, temos que ser mais exigentes.”

    Em relação ao comentário de Pagot, que acusou o Ministério do Meio Ambiente de ter apenas “meia dúzia de funcionários” cuidando dos licenciamentos, Messias afirmou que o instituto tem atualmente cerca de 300 analistas especializados, além das equipes das superintendências regionais. “Não temos excesso de pessoal, mas estamos montando uma estrutura com qualidade e quantidade de técnicos”, avaliou.

    Luana Lourenço
    Repórter da Agência Brasil

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