Arquivado em outubro, 2009

out 23 2009

Eletronuclear simula acidente radioativo das usinas de Angra para testar plano de emergência

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Rio de Janeiro – Os moradores próximos da Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto, onde estão instaladas as usinas nucleares Angra 1 e Angra 2, no município de Angra dos Reis (RJ), tiveram hoje (22) um dia de grande movimentação com o exercício simulado de evacuação em caso de acidente nuclear. Cerca de mil pessoas participaram da simulação, entre elas a população voluntária, os militares de várias corporações e as equipes da Defesa Civil e da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen) .

De acordo com a Eletronuclear, a simulação “incluiu o risco de liberação de radiação para o meio ambiente, a contaminação de um funcionário da usina e a decretação de situação de emergência. Parte dos moradores em um raio de 5 quilômetros em torno das usinas, incluindo os habitantes das ilhas, foi removida e abrigada em escolas estaduais, municipais e no Colégio Naval de Angra dos Reis”.

Ao mesmo tempo, os homens das polícias Militar e Rodoviária organizavam o trânsito de carros e pessoas pelas rodovias da região, enquanto o Corpo de Bombeiros, a Defesa Civil e as unidades hospitalares auxiliavam no atendimento à população. Também os técnicos da Cnen ficavam de prontidão para simular a medição da radioatividade na área e o monitoramento de pessoas atingidas pela radiação.

Pela primeira vez, o exercício foi coordenado pelo Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, órgão central do Sistema de Proteção ao Programa Nuclear Brasileiro (Sipron). Segundo a Eletronuclear, “o exercício permitiu avaliar a eficácia do plano de emergência, identificar os possíveis pontos vulneráveis e aperfeiçoá-los”.

Nielmar de Oliveira
Repórter da Agência Brasil

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out 21 2009

Ibama não pode ser “cartório de licenças”, diz presidente do instituto sobre críticas do Dnit

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Brasília – O presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Roberto Messias, respondeu hoje (21) às críticas do diretor do Departamento Nacional do Departamento de Infraestrutura (Dnit), Luiz Antonio Pagot, e afirmou que não pode apressar o licenciamento ambiental e transformar o Ibama em um “cartório” carimbador de licenças.

Em evento com parlamentares na manhã de hoje, Pagot culpou a área ambiental pela demora na construção de rodovias no país.

“Compreendo a aflição do Dnit, a necessidade que o Brasil tem de ter ferrovias e rodovias implantadas, mas o Ibama tem que ser exigente, temos uma responsabilidade com o país. Não podemos ser simplesmente um cartório de onde saiam licenças”, afirmou Messias, em entrevista à Agência Brasil.

Messias afirmou que o trabalho de análise para concessão de licenças tem sido extenso, por conta da quantidade de grandes obras de infraestrutura em andamento e da má qualidade dos estudos de impacto ambiental que chegam ao Ibama. Segundo ele, a orientação do governo é que os licenciamentos sejam ágeis, mas sem colocar em risco a preservação da natureza e das populações tradicionais.

“O Brasil está criando mais estradas, ferrovias, hidrelétricas, tudo ao mesmo tempo. Quando os processos passam pelo Ibama, temos que ser rápidos, mas temos que ser responsáveis. Esse é um dilema enfrentado diariamente”, apontou.

Na avaliação do presidente do Ibama, não é possível comparar os prazos para construção de uma rodovia há 50 anos com os procedimentos atuais, uma vez que não havia legislação ambiental na época. “Qualquer uma ia rasgando nascentes, cortando cidades ao meio, arrebentando a vegetação, sem nenhum cuidado ambiental. Agora temos que ter correção, temos que ser mais exigentes.”

Em relação ao comentário de Pagot, que acusou o Ministério do Meio Ambiente de ter apenas “meia dúzia de funcionários” cuidando dos licenciamentos, Messias afirmou que o instituto tem atualmente cerca de 300 analistas especializados, além das equipes das superintendências regionais. “Não temos excesso de pessoal, mas estamos montando uma estrutura com qualidade e quantidade de técnicos”, avaliou.

Luana Lourenço
Repórter da Agência Brasil

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out 11 2009

Projeto da SOS Mata Atlântica conscientiza população para preservação da floresta

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Rio de Janeiro – Com objetivo de sensibilizar a população na luta pela conservação da Mata Atlântica, chega ao estado do Rio de Janeiro esta semana o caminhão do projeto A Mata Atlântica é Aqui – Exposição Itinerante do Cidadão Atuante”, da Fundação SOS Mata Atlântica.

O Rio de Janeiro é o quinto estado a receber o projeto, que já passou por São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina. Segundo a Fundação SOS Mata Atlântica, a exposição itinerante, além de despertar nas pessoas a temática do meio ambiente, mostra as iniciativas que estão sendo adotadas para preservação e conservação de uma das mais importantes florestas tropicais do mundo.

O caminhão do projeto estará estacionado a partir de quinta-feira (15) na Praça da Paz, em Paraty. Depois a exposição irá para a cidade de Angra dos Reis, também no litoral sul fluminense. Mais informações sobre o projeto e agendamento de visitas escolares podem ser obtidas pelo e-mail: itinerante@sosma.org.br ou no site www.sosma.org.br.

Nielmar de Oliveira
Repórter da Agência Brasil

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out 10 2009

Planeta Terra Para Sempre – Planeta Azul – Earth Forever

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Será um desperdício se as cenas vistas no vídeo sejam eternizadas, devemos fazer que as cenas sejam sempre uma realidade.

Imagem de Amostra do You Tube

O vídeo, faz parte do DVD “The Secret”

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out 09 2009

Órgãos ambientais do RN assinam acordo para o combate a lixões e ao perigo aviário em Natal

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Natal (09/10/2009) – Os três órgãos governamentais, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – Ibama, Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do RN – Idema e Secretaria do Meio Ambiente e Urbanismo de Natal – Semurb, assinaram termo de compromisso no dia 7 de outubro, na sede do Ministério Público Estadual, para combaterem os lixões e o perigo aviário na região metropolitana de Natal. O Termo de Ajustamento de Conduta – TAC foi elaborado pelo Promotor João Batista Machado Barbosa, Titular da 41ª Promotoria de Justiça na Comarca de Natal.

“Esta é a primeira vez que é feito um acordo envolvendo três órgãos ambientais, de âmbito municipal, estadual e federal, para equacionar a questão do lixo e combater o perigo aviário no Brasil”, afirmou Barbosa. “São ações imediatas que não demandam muito dinheiro e que darão maior segurança à aviação militar e civil, em benefício do país”, disse.

O documento proposto pelo Ministério Público Estadual define as ações a serem desenvolvidas por cada órgão ambiental, para minimizar o perigo aviário e para o combate aos lixões; penalidades para o não cumprimento das obrigações, no prazo de 90 dias, e ainda que o Ministério possa fiscalizar a execução ou indicar outro órgão, com a finalidade de promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do meio ambiente.

Durante a apresentação do Termo, o promotor fez uma breve retrospectiva da situação do perigo aviário no RN, desde os anos 1990, quando o Ministério Público – MP entrou com ações contra o município de Natal. Em 2003, foi fechado o “lixão” da região e construído o aterro sanitário. “Um bom indicador dessas ações de combate foi a Cruzex IV, pois não houve colisão com pássaro”, disse ele, ressaltando que o MP tem adotado outras medidas, além da multa, para quem descumpre uma decisão, como o bloqueio de verbas para publicidade ou shows, por exemplo. Neste ano de 2003, registraram-se em Natal, na aviação militar, três colisões, 37 quase colisões e 64 avistamentos.

De acordo com o TAC, a grande preocupação é a existência de um estágio de degradação e poluição ambiental na região metropolitana de Natal, para a qual contribuem os “lixões” e matadouros públicos, principalmente nas margens e afluentes de rios e lagoas. Essa situação representa uma ameaça à aviação pela presença de urubus e aves de rapina nas áreas adjacentes, próximas ao Aeroporto Internacional Augusto Severo e à Base Aérea, além da área do futuro aeroporto internacional no município de São Gonçalo do Amarante.

Além das instituições que assinaram o Termo, o ato contou com a presença do Comandante da Base Aérea de Natal – Bant, Coronel Aviador Carlos Eduardo Alves da Silva, e representantes da Infraero, Prefeituras de Natal e de Parnamirim, Companhia de Serviços Urbanos de Natal – Urbana e ONG Nature Viva Mangue – Navima.

Ascom Ibama/RN com informações da Base Aérea de Natal- Bant

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